sexta-feira, 30 de novembro de 2012

IPVA DOS DEZ CARROS MAIS VENDIDOS EM SÃO PAULO




Veja o valor do IPVA 2013 paulista dos dez carros mais vendidos em novembro



 SÃO PAULO - A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo divulgou, na última quinta-feira (22), que o IPVA 2013 (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) ficará, em média, 8,56% mais barato. A redução do imposto para os veículos usados foi ainda maior, de 9,89%.
Na primeira quinzena de novembro, o Gol (Volkswagen) foi o modelo mais vendido, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Considerando o valor venal da tabela divulgada pela Secretaria da Fazenda, o proprietário da versão 1.0 do Novo Gol 2012, deve pagar o IPVA 2013 no valor de R$ 989,90.
Confira o valor do IPVA dos dez modelos mais vendidos em novembro:
Cálculo As alíquotas no imposto de 2013 permanecem inalteradas. Os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal. Já nos casos dos veículos que utilizarem exclusivamente etanol, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, a alíquota é de 3%.
As picapes cabine dupla pagam 4%, os utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%.
Prazo de pagamentos A parcela única com desconto de 3% pode ser paga a partir de 20 de dezembro até 24 de janeiro de acordo com o final da placa do veículo.
Veja a tabela de vencimentos do IPVA 2013:
Veja aqui a tabela  completa com o valor de mercado dos veículos.
Modelos mais vendidos na primeira quinzena de novembro
Lista 
Modelos
Marca 
Ano
Valor 
IPVA 2013
Novo GOL  1.0 4 portas 
Volkswagen
2012
R$ 24.745
R$ 989,80
Uno Mille Way Economy
Fiat
2012
R$ 21.659
R$ 866,36
Palio Attractive 1.0
Fiat
2012
R$ 26.105
R$ 1.044,20
Fox  1.0 GII
Volkswagen
2012
R$ 33.540
R$ 1.341,60
Celta1. 0 L LT
GM
2012
R$ 23.458
R$ 938,32
Fiesta1. 6 Flex 
Ford
2012
R$ 28.549
R$ 1.141,96
7º 
Sandero Aut 1016V
Renault
2012
R$ 23.221
R$ 928,84
Siena  EL Flex
Fiat
2012
R$ 27.180
R$ 1.087,20
Corsa Sedan Max
GM
2011
R$ 29.379
R$ 1.175,16
10º
Voyage 1.0
Volkswagen
2012
R$ 34.451
R$ 1.378,04
Fonte: Modelos mais vendidos Fenabrave 





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Tabela de Vencimentos do IPVA 2013
Mês 
Janeiro
Fevereiro 
Março 
Parcela 
1ª Parcela ou Cota Única com desconto
2ª Parcela ou Cota Única Sem desconto
3ª Parcela 
Placa 
Data do Vencimento 
Data do Vencimento 
Data do Vencimento 
Final 1
11
14
13
Final 2
14
15
14
Final 3
15
18
15
Final 4
16
19
18
Final 5
17
20
19
Final 6
18
21
20
Final 7
21
22
21
Final 8
22
25
22
Final 9
23
26
25
Final 0
24
27
26
Fonte: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo 




02 CIDADES BRASILEIRA PARA DESFRUTAR NA APOSENTADORIA



Brasil tem duas cidades entre as melhores para desfrutar da aposentadoria

SÃO PAULO – As cidades de Fortaleza, no estado do Ceará; e de João Pessoa, na Paraíba, foram listadas entre os melhores lugares para desfrutar da aposentadoria pela organização International Living, responsável pelo ranking anual dos melhores lugares para se viver depois de se aposentar.
Para a escolha dos destinos, o International Living considera, entre outras coisas, quesitos como custo e qualidade de vida.
Cidades
De acordo com o levantamento, a cidade de Fortaleza possui bonitas praias, vida noturna agradável ao público da terceira idade e bons restaurantes. Além disso, descreve a organização, ela agrada a todos os gostos, pois reúne modernidade, atrações naturais e históricas.
Já João Pessoa é descrita como uma cidade “verde”, repleta de natureza, ainda que moderna. O município também é classificado como limpo e seguro, constituindo um “ambiente relaxante e saudável” para quem já trabalhou muito e hoje quer apenas aproveitar a vida.
Outros locais
Além das cidades brasileiras, o International Living também incluiu outras cidades sul-americanas na lista, como Montevidéu, Colônia do Sacramento e Punta Del Leste, todas no Uruguai. As duas primeiras são indicadas para quem aprecia cultura e conveniência, já que são repletas de galerias e restaurantes. A última é para os que gostam da vida no litoral, porém cercada de conforto.
Além da América do Sul, a organização listou cidades na Europa e na América Central. Abaixo alguns lugares das três regiões:
  • Albergris Caye – Belize;
  • Região central e sul do Pacífico e Lago Arenal - Costa Rica;
  • Cuenca, Quito Canton e Manca – Equador;
  • Paris – França;
  • Região da Calábria – Itália;
  • Cidade do Panamá – Panamá.


CONTINUA A FRASE "DEUS SEJA LOUVADO NAS CEDULAS DE REAL E O BRASILEIRO TRABALHA MENOS EM 2013



Justiça mantém a frase "Deus seja louvado" nas cédulas de real

SÃO PAULO – A 7ª Vara da Justiça negou o pedido, feito pelo Ministério Público de São Paulo, de retirar a frase "Deus seja louvado" do papel-moeda nacional.
A decisão levou em consideração a alegação do Banco Central de que a retirada da expressão iria custar R$ 12 milhões aos cofres públicos e gerar intranquilidade na sociedade.
Na decisão, o Juiz entendeu que "não se aferiu a existência de oposição aos dizeres inscritos nas cédulas no âmbito do seio social, [...] a alegação de afronta à liberdade religiosa não veio acompanhada de dados concretos, colhidos junto à sociedade, que denotassem um incômodo com a expressão "Deus" no papel-moeda."


Brasileiro terá que trabalhar menos em 2013 para se aposentar

SÃO PAULO - A expectativa de vida do brasileiro mudou e isso exige uma revisão dos valores das aposentadorias da Previdência Social.
Assim, com a divulgação, nesta quinta-feira (29), da tábua de mortalidade do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) houve mudança no valor do Fator Previdenciário usado no cálculo da aposentadoria.
De acordo com a pesquisa do IBGE, entre 2010 e 2011, a esperança de vida dos brasileiros aumentou de 73,8 anos para 74,1 anos. Na prática, isso significa que os trabalhadores da iniciativa privada teriam de trabalhar mais para conseguirem se aposentar com o mesmo valor dos benefícios que receberiam, se solicitassem sua aposentadoria hoje.
Porém, as projeções do Instituto revelaram que com a faixa de idade que vai de 52 até 80 anos, a expectativa de sobrevida caiu, o que beneficia os segurados.
Aposentadoria por tempo de contribuição O aumento da expectativa de vida influencia diretamente o cálculo do fator previdenciário, um dos componentes para o cálculo do valor de aposentadoria por tempo de contribuição.
Na faixa de 60 anos de idade e 35 anos de contribuição, por exemplo, o fator passou de 0,867 para 0,873, o que faz com que o trabalhador com esta idade e tempo de contribuição possa contribuir 71 dias a menos para obter o mesmo valor de aposentadoria, se tivesse requerido o benefício um dia antes.
No caso de um trabalhador com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição, para manter o mesmo valor, poderá contribuir 17 dias a menos, visto que o atual fator passou para 0,716.
O fator previdenciário é utilizado obrigatoriamente apenas no cálculo do valor da aposentadoria por tempo de contribuição. Na aposentadoria por invalidez, não há utilização do fator e, na aposentadoria por idade, a fórmula é utilizada apenas para beneficiar o segurado.
Sobre o fator Se o fator for maior que 1, há acréscimo no valor do benefício em relação à média do salário-de-contribuição utilizada no cálculo da aposentadoria. Se o fator for igual a 1, não há alteração. E, caso o fator seja menor do que 1, haverá redução do valor em relação à mencionada média. Isso significa que o valor da aposentadoria cresce à medida que o segurado tiver mais idade e maior for seu tempo de contribuição.
Nova tabela O novo fator será aplicado apenas às aposentadorias solicitadas a partir da publicação do índice do IBGE. Os benefícios já concedidos não sofrerão qualquer alteração em função da divulgação da nova tábua.

ANTIRRETROVIRAL NO BRASIL



Brasil terá produção nacional de antirretroviral
Ministério da Saúde oficializou nesta sexta-feira (30) um convênio para a transferência de tecnologia de fabricação de medicamentos contra a AIDS no País. Nos próximos cinco anos, técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Farmanguinhos, laboratório farmacêutico da fundação, desenvolverão o Sulfato de Atazanavir, um dos principais remédios do tratamento contra o HIV, utilizado por cerca de 45 mil pacientes - cerca de 20% do total de pessoas em tratamento.
Com a fabricação nacional, o governo espera economizar cerca de R$ 385 milhões ao fim da parceria com o laboratório americano que detém a patente do remédio. A parceria foi firmada na sede da Fiocruz, no Rio, na manhã desta sexta, véspera do Dia Mundial de Luta contra a AIDS. O governo estima gastar, anualmente, cerca de R$ 87 milhões na compra dos medicamentos.
Pelo acordo firmado, já em 2013 o medicamento será distribuído com rótulo brasileiro e os técnicos receberão treinamento no laboratório americano para o desenvolvimento do produto em Farmanguinhos. A produção 100% nacional só deve acontecer em 2017 - quando a patente do produto perderá a validade. Com o novo produto, já são 11 remédios produzidos no País entre os 20 medicamentos oferecidos pelo governo aos portadores de HIV.
Presente no anúncio, o ministro da saúde Alexandre Padilha afirmou que a garantia de acesso universal ao tratamento, que abrange 217 mil brasileiros, só é sustentável "se cada vez mais tivermos tecnologia brasileira, com parceria público-privada, gerando inovação tecnológica e conhecimento para o Brasil".
A Parceria de Desenvolvimento Produtivo, como foi chamada o acordo, determina que o laboratório americano detentor da patente do Atazanavir se encarregará de transmitir a tecnologia de todas as etapas de fabricação do remédio - inclusive da matéria prima. Já em 2015, ao menos 50% do medicamento distribuído pelo Ministério da Saúde será produzido no País. Farmanguinhos se comprometeu a oferecer o medicamento com economia de 5% ao ano no preço final.

RAYALTIES VETADO POR DILMA



Dilma veta nova distribuição de royalties para áreas já licitadas
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira, 30, com vetos, o projeto aprovado pelo Congresso com a nova fórmula de rateio da compensação financeira paga pelas empresas que exploram petróleo e gás no País. A informação foi dada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, durante entrevista coletiva.
Os vetos fazem parte da estratégia do Planalto para tentar evitar uma batalha jurídica entre Estados por conta dos royalties do petróleo e, ao mesmo tempo, garantir que o dinheiro seja aplicado na área de Educação.
De acordo com Gleisi, a Medida Provisória com a nova distribuição valerá para contratos firmados a partir da data de hoje. Essa medida atende ao pleito de Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, responsáveis por mais de 90% da produção de petróleo brasileira.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a lei votada pelo Congresso violava um direito assegurado e os vetos, portanto, asseguram os contratos já firmados. "Estamos fazendo um aperfeiçoamento da lei", disse Lobão.
Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os royalties de futuras concessões irão para a área da Educação. "Não há futuro melhor do que investir na Educação", disse.