sexta-feira, 30 de novembro de 2012

RAYALTIES VETADO POR DILMA



Dilma veta nova distribuição de royalties para áreas já licitadas
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira, 30, com vetos, o projeto aprovado pelo Congresso com a nova fórmula de rateio da compensação financeira paga pelas empresas que exploram petróleo e gás no País. A informação foi dada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, durante entrevista coletiva.
Os vetos fazem parte da estratégia do Planalto para tentar evitar uma batalha jurídica entre Estados por conta dos royalties do petróleo e, ao mesmo tempo, garantir que o dinheiro seja aplicado na área de Educação.
De acordo com Gleisi, a Medida Provisória com a nova distribuição valerá para contratos firmados a partir da data de hoje. Essa medida atende ao pleito de Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, responsáveis por mais de 90% da produção de petróleo brasileira.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a lei votada pelo Congresso violava um direito assegurado e os vetos, portanto, asseguram os contratos já firmados. "Estamos fazendo um aperfeiçoamento da lei", disse Lobão.
Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os royalties de futuras concessões irão para a área da Educação. "Não há futuro melhor do que investir na Educação", disse.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ROBERTO CARLOS BRAGA o REI





O REI ROBERTO CARLOS



Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Ele foi um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira, liderando o primeiro grande movimento de rock feito no Brasil. Além dos discos, estrelou um programa na TV Record, chamado Jovem Guarda (que batizou esse movimento de rock), e filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300km por Hora". Atualmente continua se apresentando com frequência e produz anualmente um especial que vai ao ar na semana do Natal pela Rede Globo, mesma época em que costumavam ser lançados seus discos anuais. Segundo a ABPD, o Roberto Carlos é o artista solo com mais álbuns vendidos na história do Brasil.
Entre 1961 e 1998, Roberto lançou um disco inédito por ano. Seus discos já venderam mais de 120 milhões de cópias e bateram recordes de vendagem - em 1994 chegou a marca de 70 milhões de discos vendidos -, incluindo gravações em espanhol, inglês e italiano, em diversos países. Fez milhares de shows em centenas de cidades no Brasil e no exterior. Seu fã-clube é um dos maiores do mundo. Dezenas de artistas já fizeram regravações de suas músicas. Sua popularidade o tornou conhecido no Brasil e na América Latina como O Rei. Em 2010, durante premiação no Radio City Music Hall, em Nova Iorque, o então presidente da Sony Music, Richard Sanders, intitulou-o Rei da Música Latina. Tendo iniciado a carreira sob influência do rock'n'roll que vinha dos Estados Unidos da América, despontou no início da década de 1960 com composições próprias, geralmente feitas em parceria com o amigo Erasmo Carlos, e versões de sucessos do então recente gênero musical - entre os quais, "Splish Splash", "O Calhambeque", "Parei na contramão" e "É Proibido Fumar" -, fundando as bases para o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Com o sucesso, estrelou ao lado de Erasmo e Wanderléa um programa na TV Record chamado Jovem Guarda, que daria nome ao movimento musical. Desta fase, destacaram-se inúmeros sucessos como "Não quero ver você triste", "Lobo Mau", "A garota do baile", "Não é papo pra mim", "Parei, olhei", "História de um homem mau", "Quero que vá tudo pro inferno", "Esqueça", É papo firme", "Mexericos da Candinha", "Eu te darei o céu", "Nossa canção", "Namoradinha de um amigo meu", "Eu sou terrível", "Quando", "Maria, Carnaval e Cinzas", "Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim", "Como é grande o meu amor por você", "Se você pensa", "As canções que você fez pra mim", "Ciúme de você", "Eu te amo, te amo, te amo", "As curvas da estrada de Santos", "As flores do jardim da nossa casa", "Sua estupidez".

Fonte: http://robertocarlos.globo.com
A descrição acima é do artigo Roberto Carlos da Wikipédia, licenciado sob CC-BY-SA, lista completa de contribuidores aqui. As páginas de comunidade não estão associadas, tampouco endossadas por, qualquer pessoa associada ao tópico.

A.JABOR


Protesto de Arnaldo Jabor



QUERO VOLTAR A CONFIAR
Um Protesto de: ARNALDO JABOR
Fui criado com princípios morais comuns:
Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades  dignas de respeito e consideração.
Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades...
Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua do bairro, ou da cidade...
Tiamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror...
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos.
Por tudo que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos.
Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.
Não levar vantagem em tudo significa ser idiota.
Trabalhador digno e cumpridor dos deveres virou otario...
Pagar dívidas em dia é ser tonto...
Anistia para corruptos e sonegadores...
O que aconteceu conosco?
Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades  em nossas janelas e portas.
Que Valores são esses?
Automóveis que valem mais que um abraço, filhas querendo uma cirurgia plástica como presente por passar de ano escolar.
Filhos esquecendo o respeito no trato com os pais e avos. No lugar de senhor, senhora ficou Oi cara, como está coroa?
Celulares nas mochilas de crianças.
O que mais querem em troca de um abraço? A diversão vale mais que um Diploma.
Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa.
Mais vale uma maquiagem que um sorvete.
MAIS VALE PARECER  DO QUE  SER!
Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores!
Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão!
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e olhar olho no olho.
Quero sair de casa sabendo a hora que estarei de volta, sem medo de assalto ou balas perdidas.
Quero a vergonha na cara e a solidariedade.
Onde uma palavra valia mais que qualquer documento assinado.
Quero a esperança, a alegria, a confiança de volta!
QUERO CALAR A BOCA DE QUEM DIZ:
“TEMOS QUE ESTAR AO NIVEL DE ...” (Ao falar de uma pessoa)
ABAIXO O “TER”, VIVA O “SER”.
E Viva a retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como o céu de primavera, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente bela como cada amanhecer.
Quero ter de volta o meu mundo simples e comum.
Onde existe amor, solidariedade e fraternidade como bases.
“VAMOS VOLTAR A SER GENTE”
A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito...
Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.
UTOPIA?
QUEM SABE?...
Precisamos tentar.
Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!
Quem sabe se começarmos a agir, teremos de volta nossa dignidade, nosso respeito, nossos direitos, nossas vidas.
PENSE, DECIDA
SÓ DEPENDE DE VOCE
“FICA COM DEUS”                                                     

sexta-feira, 5 de outubro de 2012


ALLAN KARDEC



ALLAN KARDEC BASEOU SUA DOUTRINA NOS PRINCÍPIOS MAÇÔNICOS
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                A profunda influencia dos princípios maçônicos sobre a doutrina do Kardecismo é explicada pelo fato de o Irmão Allan Kardec ter sido iniciado em nossos segredos antes de se tornar o edificador do Espiritismo. `

Nascido em Lyon, na França, a 3 de outubro de 1804, o Irmão Leon Hyppolite Denizart Rivail, mundialmente conhecido como Allan Kardec, o edificador do Espiritismo, iniciou seus estudos em sua cidade natal e foi concluí-los em Pestalozzi, na Suíça, inicialmente em Ciências e Letras e depois em Medicina.                                                                                                       
Em Paris, onde passou ao Oriente Eterno a 31 de março de 1869, foi professor de Física, Química, Fisiologia e Astronomia, no Liceu Polimático. Paralelamente, foi Iniciado na Maçonaria junto à Grande Loja Escocesa de Paris e começou a estudar os fenômenos espíritas, que, na passagem das décadas de 1840 e 1850, era um dos assuntos mais discutidos da América do Norte e da Europa, em razão da descoberta, nos Estados Unidos, da possibilidade de comunicação entre seres daqueles e de outras encarnações.                                        
Dos seus estudos surgiu a sistematização teórica do Espírito, o Kardecismo.                                 Esta descoberta provocou, naturalmente, ceticismo em uns, a desaprovação de outros e a adesão de um número cada vez maior de pessoas. Com isso, a crença na comunicação com os espíritos se expandia largamente, mas sem nenhuma base teórica. Foi aí que surgiu a valiosa contribuição do Irmão Leon Rivail, que, em 1854, aos 50 anos de idade, passou a frequentar as sessões espíritas, com o objetivo de apurar a legitimidade daqueles fenômenos, com todo o rigor e a objetividade dos métodos científicos, positivistas (já que era adepto do positivismo) e maçônicos.                                                                                                                             
Impressionado, principalmente, com os casos de escrita mediúnica, o Irmão Rivail reuniu e examinou grande número de mensagens psicografadas, isto é, tidas como escritas pelos próprios espíritos, através dos médiuns espíritas.                                                                  
Verificando a concordância de inúmeras mensagens, por intermédio de rigorosa análise comparativa, ele concluiu pela verdade da explicação espírita e pela inexistência de fraude. Em seguida, dedicou-se ao estudo e à decodificação das mensagens do além, que continham as bases filosóficas, científicas e religiosas da nova doutrina que ele batizara com o nome de Espiritismo, para deferenciá-la do espiritualismo.                                                                   
Publicou, então, em 1857, como primeiro resultado de seus estudos, o Livro dos Espíritos, definindo o Espiritismo como a doutrina que tem como princípio a possibilidade e conveniência de comunicações entre o mundo material e o mundo das entidades espirituais desencarnadas.
Com a nova descoberta veio a mudança de nome e uma intensa atividade apostólica. Com base neste princípio, o Irmão Leon Hyppolite Denizart Rivail descobriu que na encarnação anterior teria sido um druida e, por isso, passou a adotar o nome de Allan Kardec e a desenvolver intensa atividade apostólica, divulgando o Espiritismo.                                                   
Dizia, em sua peregrinação, que era apenas o sistematizador e não o inventor do Espiritismo. E, para se justificar, repetia: “Vi, observei, coordenei e procuro fazer compreensível aos outros o que eu mesmo entendi”.
Em 1858 ele fundou a Revista Espírita, com o objetivo de divulgar os fatos e a doutrina espírita, publicando “manifestações materiais ou intelectuais obtidas em sessões a que os colaboradores tiveram ocasião de assistir, pessoalmente; ocorrências de lucidez sonambúlica e de êxtase, bem como de previsões e pressentimentos; fatos relativos a poderes ocultos atribuídos, certa ou erradamente, a determinados indivíduos; lendas e crendices populares; ocorrências de visões e aparições; fenômenos psicológicos especiais que acontecem no momento da morte; problemas morais e psicológicos que pedem solução; fatos morais, atos notáveis de devotamento e de abnegação, cuja divulgação possa ser útil como exemplo”.                                                      
Ainda em 1858, o Irmão Allan Kardec fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, para reunião e formação de adeptos, experimentação e estudo das mensagens do além, pesquisa bibliográfica e histórica dos fatos espíritas.                                                                     
Por volta de 1864, cinco anos antes da passagem do Irmão Kardec ao Oriente Eterno, já floresciam sociedades espíritas em toda a França, Itália e Bélgica.                                                
Esta difusão do Espiritismo ganhou o mundo e chegou também ao Brasil, onde aprofunda influência dos princípios maçônicos sobre a doutrina do Kardecismo aproximou bastante a Maçonaria e o Espiritismo. Grande número de adeptos da nossa Ordem são ao mesmo tempo espíritas. Tanto que há quem afirme que a Maçonaria é um dos maiores centros de divulgação do Kardecismo.                                                                                                          Fonte  Revista A VERDADE, de Agosto de 1982.                                           
Nota da Redação: Esta publicação sobre o Irmão Allan Kardec foi provocada por iniciativa do Irmão Dorival Pinto, obreiro da Loja Cavaleiro do Templo de Salomão/SP.